Nissan Kicks elétrico já está em testes no Brasil

Grosso modo, trata-se de um pequeno motor a combustão que serve apenas para gerar eletricidade. No Brasil, esse gerador poderá, por exemplo, ser o 1.0 flexível da linha March e Versa. Nesse caso, se for abastecido com etanol, reduzirá ainda mais o nível de emissões do Kicks.



 

O sistema já é oferecido no Note no Japão. Graças à nova tecnologia, em 2018 o hatch levou a Nissan de volta ao topo de vendas do mercado japonês após 50 anos. O Note e-Power japonês usa um propulsor a combustão como gerador da eletricidade para alimentar o motor elétrico. O sistema é o mesmo conceito do utilizado pelo BMW i3 à venda no Brasil ou da primeira geração do Chevrolet Volt.


No caso do Note e-Power, a motorização é formada por um motor a combustão de 1,2 litro e três cilindros que rende 81 cv e 11,2 mkgf. Esse motor gera energia para o elétrico, que rende 190 cv e 28,6 mkgf. Com esse conjunto, o Note consegue chegar a 37,2 km/l no ciclo de consumo japonês.


“Essa tecnologia tem se mostrado muito eficiente”, diz o presidente da Nissan para a América Latina, José Luis Valls. Questionado sobre a possibilidade de o sistema equipar o Kicks nacional, o executivo desconversa. “Poderia ser no Kicks. Poderia haver produção na região. Não há aprovação de produção de e-Power no Brasil”, diz.


Nissan semiautônomo no Brasil


O primeiro Nissan semiautônomo lançado no Brasil deve chegar em 2021. A informação é do presidente da empresa para a América Latina, José Luis Valls.


Trata-se do sistema Propilot, que já está, por exemplo, no Leaf, que chega ao Brasil nos próximos meses. O dispositivo faz com que o hatch elétrico acompanhe o fluxo de tráfego, acelerando e freando sozinho, além de permanecer sempre dentro da faixa de rolamento.

  • Fonte: Jornal do Carro /
  • Autor: Redacao /
  • Data: 16 janeiro 2019
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