Chevrolet Captiva vai voltar ao Brasil

Essa nova geração será global e foi desenvolvida com foco nos mercados da América do Sul, como o Brasil, e o Sudeste Asiático. Ela será oferecida em opções de cinco e sete lugares. O produto foi concebido da parceria entre a GM e a SAIC/Wuling-GM na China. A origem é a mesma das novas gerações de Onix e Prisma. Na Tailândia ele chega às ruas no segundo semestre desse ano.


No visual, o modelo adotou uma linguagem semelhante a encontrada em outros SUVs da marca, como o Equinox. Grade com barras longitudinais e faróis finos. Na parte inferior há uma segunda seção grande com entrada de ar e faróis de neblina pronunciados. Na traseira, as linhas remetem às da nova geração da Blazer, enquanto que na lateral o carro é mais conservador que os outros dois SUVs.


Captiva no Brasil


No Brasil, o produto vai ocupar o espaço que hoje está aberto dentro da gama da Chevrolet. A GM trabalha com um novo SUV compacto para 2020, que vai substituir o Tracker. Acima, há apenas o Equinox, importado do México, que parte de R$ 147.590 com o motor 2.0 turbo de 262 cv.


O novo SUV vai ficar situado entre o novo compacto e o Equinox, caso ele continue à venda. Com foco em um maior custo-benefício, o Captiva terá mais capacidade de brigar com as versões de entrada do Jeep Compass – que hoje começa em R$ 113.990.


A estratégia é semelhante à utilizada pela Volkswagen. A marca alemã iniciou as vendas do compacto T-Cross, vai começar a produção do médio Tarek, na Argentina, e acima disso tem o Tiguan AllSpace, que como o Equinox, vem do México.


Em nota, a General Motors do Brasil afirma que “o modelo não está nos planos da marca no Brasil e que, neste segmento, temos o Equinox como representante.”

  • Fonte: Jornal do Carro /
  • Autor: chevrolet /
  • Data: 26 março 2019
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